{"id":581,"date":"2014-11-12T15:52:55","date_gmt":"2014-11-12T17:52:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nivaldocleto.cnt.br\/news\/?p=581"},"modified":"2014-11-12T15:52:55","modified_gmt":"2014-11-12T17:52:55","slug":"vale-a-pena-comprar-as-novidades-da-apple","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nivaldocleto.cnt.br\/blog\/vale-a-pena-comprar-as-novidades-da-apple\/","title":{"rendered":"Vale a pena comprar as novidades da Apple?"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p>Por Jo\u00e3o Luiz Rosa | De S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em meados do m\u00eas passado, a Apple renovou boa parte de sua linha de produtos, com o barulho caracter\u00edstico de seus an\u00fancios globais. Apresentou um novo iPad, lan\u00e7ou a terceira gera\u00e7\u00e3o do iPad Mini, mostrou um iMac com tela de alt\u00edssima resolu\u00e7\u00e3o e deu g\u00e1s ao Mac Mini, que estava meio esquecido. Tamb\u00e9m n\u00e3o se esqueceu dos softwares e liberou para os usu\u00e1rios seu mais recente sistema operacional, o Yosemite.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"http:\/\/www.valor.com.br\/sites\/default\/files\/gn\/14\/11\/arte11est-101-apple-d4.jpg\" alt=\"\" width=\"453\" height=\"634\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os novos produtos n\u00e3o fogem \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o da companhia americana: s\u00e3o bonitos, bem constru\u00eddos e cercados de um aparato de marketing a que \u00e9 dif\u00edcil resistir. Mas tamb\u00e9m s\u00e3o caros, especialmente no Brasil, e a maioria deles n\u00e3o traz mudan\u00e7as radicais em rela\u00e7\u00e3o aos antecessores. Ou seja, os avan\u00e7os mostrados pela Apple s\u00e3o ineg\u00e1veis, mas justificam a compra dos equipamentos rec\u00e9m-lan\u00e7ados?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tome-se o iPad Air 2, que ainda n\u00e3o tem data de lan\u00e7amento no Brasil. O novo tablet \u00e9 o mais fino j\u00e1 feito pela Apple. Tem 6,1 mil\u00edmetros de espessura, contra os 7,5 mil\u00edmetros do iPad Air original, lan\u00e7ado h\u00e1 um ano. O peso tamb\u00e9m diminuiu: o modelo exclusivamente Wi-Fi, que pesava 469 gramas, agora tem 435 gramas. N\u00e3o deixa de ser um esfor\u00e7o de engenharia consider\u00e1vel, ainda mais porque as demais dimens\u00f5es do aparelho continuam as mesmas, inclusive a tela de 9,7 polegadas. \u00c9 de duvidar, por\u00e9m, que 1,5 mil\u00edmetro e 32 gramas a menos sejam percept\u00edveis a ponto de motivar a compra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O iPad Air 2 tem uma c\u00e2mera traseira melhor &#8211; a resolu\u00e7\u00e3o aumentou de 5 para 8 megapixels &#8211; e um processador mais r\u00e1pido que o de seu antecessor. Mas mesmo isso n\u00e3o parece decisivo. Por causa do tamanho, \u00e9 muito mais f\u00e1cil fotografar com um smartphone do que com um tablet. Quanto ao chip A8X, usado no iPad Air 2, a opini\u00e3o dos analistas internacionais \u00e9 que o processador melhora o desempenho geral do equipamento, mas as mudan\u00e7as mais percept\u00edveis est\u00e3o nas aplica\u00e7\u00f5es gr\u00e1ficas, como jogos de videogame ou softwares para edi\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos. Se voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 um usu\u00e1rio frequente desses tipos de aplicativo, pode n\u00e3o notar muita diferen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0A decis\u00e3o de comprar ou n\u00e3o o iPad Air 2, portanto, vai depender do tablet que voc\u00ea tem em casa. O consenso entre os analistas \u00e9 que quem j\u00e1 tem um iPad Air n\u00e3o vai se beneficiar muito da mudan\u00e7a. Melhor deixar como est\u00e1. J\u00e1 quem \u00e9 dono de equipamentos mais antigos, o que inclui a maior parte das gera\u00e7\u00f5es do iPad tradicional, poder\u00e1 fazer um bom neg\u00f3cio. Mas isso, em parte, por causa das mudan\u00e7as que a Apple j\u00e1 tinha feito no ano passado, com o iPad Air.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 exatamente o contr\u00e1rio do que se recomenda quando o assunto \u00e9 outro lan\u00e7amento da Apple: o OS X Yosemite, novo sistema operacional para computadores Mac. Atualize o software se voc\u00ea tem uma m\u00e1quina recente, mas pense duas vezes se o seu Mac \u00e9 mais antigo. Esse cuidado, \u00e9 preciso reconhecer, n\u00e3o se aplica s\u00f3 ao software do Apple. De maneira geral, os sistemas operacionais incluem mais fun\u00e7\u00f5es a cada edi\u00e7\u00e3o, o que exige uma capacidade extra de processamento do computador. M\u00e1quinas mais antigas podem ficar lentas ou n\u00e3o oferecer todos os recursos dispon\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso do Yosemite, essa \u00e9 uma quest\u00e3o sens\u00edvel porque o software integra a estrat\u00e9gia da Apple para construir uma ponte entre seus dispositivos m\u00f3veis, que usam um sistema diferente, o iOS, e os computadores Macintosh. Quem tem um Mac com Yosemite e um iPhone ou iPad com iOS 8 &#8211; o sistema m\u00f3vel mais recente da Apple &#8211; pode come\u00e7ar uma tarefa em um aparelho e termin\u00e1-la em outro. Chamadas para o iPhone, por exemplo, podem ser atendidas no Mac. O computador recebe uma notifica\u00e7\u00e3o, com nome, perfil e foto da pessoa que est\u00e1 chamando. Ao clicar no aviso, come\u00e7a a conversa no viva-voz pelo computador. O mesmo ocorre com mensagens de texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros atrativos est\u00e3o dispon\u00edveis, a come\u00e7ar pelo fato de que o Yosemite est\u00e1 dispon\u00edvel para download na internet sem custo. Isso mesmo, de gra\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A integra\u00e7\u00e3o de sistemas \u00e9 importante para a Apple porque, entre outros motivos, muitos consumidores s\u00f3 compraram um Mac e deixaram o mundo Windows, da rival Microsoft, depois de se tornar usu\u00e1rios do iPhone, do iPad e, anteriormente, do iPod. No trimestre encerrado em setembro, o Mac gerou vendas de US$ 6,63 bilh\u00f5es, tornando-se a segunda maior fonte de receita da Apple, atr\u00e1s do iPhone.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O smartphone, ali\u00e1s, tamb\u00e9m foi renovado recentemente, com a apresenta\u00e7\u00e3o dos modelos 6 e 6 Plus em setembro. No Brasil, os aparelhos entraram em pr\u00e9-venda na semana passada e come\u00e7am a ser vendidos oficialmente no dia 14. Os pre\u00e7os come\u00e7am em R$ 3.199 para o iPhone 6, e em R$ 3.599 para o iPhone 6 Plus. O modelo mais caro custa R$ 4.399. As operadoras v\u00e3o conceder descontos, em pacotes atrelados \u00e0 venda de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto ao Mac, o computador ganhou uma atualiza\u00e7\u00e3o aos 30 anos de idade, com o iMac com tela Retina 5K. Como outros produtos da Apple, o iMac ditou tend\u00eancia no mercado. Ao sumir com o gabinete e integrar todos os componentes no monitor, a companhia estabeleceu o conceito do tudo-em-um nos micros de mesa, hoje seguido pela maioria dos fabricantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maior novidade do novo iMac \u00e9 sua tela Retina, uma palavra patenteada pela Apple e que significa uma tela t\u00e3o boa que o usu\u00e1rio n\u00e3o consiga ver os pixels das imagens. A tecnologia j\u00e1 era usada em outros produtos da empresa. A resolu\u00e7\u00e3o depende do tamanho da tela. No caso do iMac, a tela de 27 polegadas \u00e9 5K, ou sete vezes melhor que as telas de alta defini\u00e7\u00e3o (HD).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A qualidade da imagem, somado \u00e0s outras melhorias nas configura\u00e7\u00f5es do computador, torna o iMac Retina 5K um desktop imbat\u00edvel, mas nem por isso uma compra certa. Enquanto nos Estados Unidos, o modelo b\u00e1sico custa US$ 2.499, no Brasil, onde j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel, o equipamento sai por R$ 13.999. \u00c9 de fazer hesitar at\u00e9 o mais convicto &#8220;macman\u00edaco&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Do Valor Econ\u00f4mico<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Jo\u00e3o Luiz Rosa | De S\u00e3o Paulo Em meados do m\u00eas passado, a Apple renovou boa parte de sua linha de produtos, com o barulho caracter\u00edstico de seus an\u00fancios globais. Apresentou um novo iPad, lan\u00e7ou a terceira gera\u00e7\u00e3o do iPad Mini, mostrou um iMac com tela de alt\u00edssima resolu\u00e7\u00e3o e deu g\u00e1s ao Mac Mini, que estava meio esquecido. Tamb\u00e9m n\u00e3o se esqueceu dos softwares e liberou para os usu\u00e1rios seu mais recente sistema operacional, o Yosemite. Os novos produtos n\u00e3o fogem \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o da companhia americana: s\u00e3o bonitos, bem constru\u00eddos e cercados de um aparato de marketing a que \u00e9 dif\u00edcil resistir. Mas tamb\u00e9m s\u00e3o caros, especialmente no Brasil, e a maioria deles n\u00e3o traz mudan\u00e7as radicais em rela\u00e7\u00e3o aos antecessores. Ou seja, os avan\u00e7os mostrados pela Apple s\u00e3o ineg\u00e1veis, mas justificam a compra dos equipamentos rec\u00e9m-lan\u00e7ados? Tome-se o iPad Air 2, que ainda n\u00e3o tem data de lan\u00e7amento no Brasil. O novo tablet \u00e9 o mais fino j\u00e1 feito pela Apple. Tem 6,1 mil\u00edmetros de espessura, contra os 7,5 mil\u00edmetros do iPad Air original, lan\u00e7ado h\u00e1 um ano. O peso tamb\u00e9m diminuiu: o modelo exclusivamente Wi-Fi, que pesava 469 gramas, agora tem 435 gramas. 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