{"id":3358,"date":"2009-10-29T08:49:41","date_gmt":"2009-10-29T10:49:41","guid":{"rendered":"https:\/\/nivaldocleto.cnt.br\/blog\/?p=3358"},"modified":"2025-10-27T08:49:49","modified_gmt":"2025-10-27T11:49:49","slug":"os-novos-gtlds-por-flavio-r-wagner","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nivaldocleto.cnt.br\/blog\/os-novos-gtlds-por-flavio-r-wagner\/","title":{"rendered":"Os novos gTLDs &#8211; Por Fl\u00e1vio R. Wagner"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3359\" src=\"https:\/\/nivaldocleto.cnt.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto8_Flavio-Wagner.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/nivaldocleto.cnt.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto8_Flavio-Wagner.jpg 480w, https:\/\/nivaldocleto.cnt.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto8_Flavio-Wagner-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><span class=\"Ass\">Fl\u00e1vio R. Wagner &#8211; Conselheiro do CGI.br<\/span><\/p>\n<p class=\"TXT\">O encontro da ICANN em Seul e o programa de introdu\u00e7\u00e3o de novos gTLDs<\/p>\n<p class=\"TXT\">Fl\u00e1vio Rech Wagner<br \/>\nRepresentante da comunidade cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica no CGI.br<\/p>\n<p class=\"TXT\">Existem atualmente apenas 20 generic Top Level Domains (gTLDs). Al\u00e9m dos sete gTLDs originais (.com, .org, .edu, .gov, .net, .mil e .int), outros foram criados sucessivamente, a partir de 2001, tais como .biz, .info, .asia, .mobi e .travel. A ICANN pretende liberar a partir de 2010 a cria\u00e7\u00e3o de um n\u00famero muito maior de gTLDs.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Este grande programa traz consigo muitas quest\u00f5es que precisam ser adequadamente resolvidas antes que os novos gTLDs possam ser definitivamente introduzidos. Esta quest\u00e3o se arrasta h\u00e1 diversos anos e continuou sendo, em Seul, a maior fonte de pol\u00eamicas durante o 36\u00ba encontro da ICANN.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Conforme a ICANN e os seus defensores, os novos gTLDs ir\u00e3o promover inova\u00e7\u00e3o, competitividade e liberdade de escolha, permitindo que usu\u00e1rios da internet, tanto comerciais como n\u00e3o comerciais, tenham novas oportunidades de cria\u00e7\u00e3o de suas identidades digitais.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Imagine-se hoje uma empresa ou organiza\u00e7\u00e3o que queira criar seu dom\u00ednio: ela pode faz\u00ea-lo sob um dos TLD gen\u00e9ricos .com (que det\u00e9m a grande maioria dos dom\u00ednios) e .org, ou sob uma das alternativas criadas posteriormente, como o .biz, ou ainda sob um dos ccTLDs (country code TLDs), como o .br. Os defensores do novo programa afirmam que estas op\u00e7\u00f5es s\u00e3o poucas e n\u00e3o estimulam a competi\u00e7\u00e3o entre um n\u00famero suficientemente amplo de registries (as empresas que gerenciam os TLDs).<\/p>\n<p class=\"TXT\">H\u00e1 na realidade dois grupos de organiza\u00e7\u00f5es defendendo a iniciativa. De um lado, grupos empresariais que pretendem atuar como registries e que j\u00e1 investiram muito dinheiro na promo\u00e7\u00e3o dos novos gTLDs que pretendem criar e administrar. De outro lado, h\u00e1 os representantes de comunidades culturais ou geogr\u00e1ficas, que pretendem ter seus pr\u00f3prios TLDs. Apenas como ilustra\u00e7\u00e3o, durante o encontro em Seul representantes das seguintes iniciativas se manifestaram a favor de novos gTLDs: .hotel, .radio, .fm., .berlin, .bavaria, .quebec, .cat (da Catalunha), .gal (da Gal\u00edcia), .eus (do Pa\u00eds Basco), .music, .gay.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Talvez um dos maiores problemas seja: onde vai parar a cria\u00e7\u00e3o de novos gTLDs? Quais seriam os crit\u00e9rios para definir a aceita\u00e7\u00e3o de um novo gTLD? Poderia qualquer empresa criar seu pr\u00f3prio TLD? Poder\u00edamos ter um .petrobras ou .embraer? Ou .microsoft ou .apple? Isto faria sentido? Ali\u00e1s, em Seul manifestou-se tamb\u00e9m um representante da iniciativa .brand, que quer abranger todos os dom\u00ednios correspondentes a marcas &#8230; D\u00e1 para se imaginar os conflitos evidentes que poder\u00e3o surgir entre iniciativas distintas e que precisar\u00e3o ser administrados pela ICANN.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Entre os cr\u00edticos da introdu\u00e7\u00e3o de novos gTLDs, e especialmente de uma introdu\u00e7\u00e3o indiscriminada, est\u00e3o aqueles que questionam a viabilidade econ\u00f4mica dos novos TLDs e pedem estudos concretos neste sentido. Na verdade, podemos compreender o interesse de uma comunidade cultural ou geogr\u00e1fica em rela\u00e7\u00e3o a seu pr\u00f3prio TLD, e neste caso n\u00e3o est\u00e3o em jogo principalmente quest\u00f5es de viabilidade de mercado, mas de identidade cultural. Mas e quanto a novos gTLDs que representam interesses comerciais? Haver\u00e1 espa\u00e7o para um grande n\u00famero de registries economicamente saud\u00e1veis?<\/p>\n<p class=\"TXT\">Al\u00e9m disto, h\u00e1 aqueles que se perguntam como ficam os interesses dos usu\u00e1rios finais, sejam eles indiv\u00edduos, empresas ou organiza\u00e7\u00f5es de todos os portes. Novos gTLDs ir\u00e3o realmente favorecer os usu\u00e1rios finais? Ir\u00e3o promover competi\u00e7\u00e3o entre os registries e baixar os pre\u00e7os dos dom\u00ednios? Isto n\u00e3o parece claro.<\/p>\n<p class=\"TXT\">H\u00e1 cr\u00edticas tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o ao custo de introdu\u00e7\u00e3o de um novo gTLD. Segundo a vers\u00e3o atual da proposta em estudo na ICANN, uma solicita\u00e7\u00e3o de cria\u00e7\u00e3o de um novo gTLD custar\u00e1 185 mil d\u00f3lares. Este pre\u00e7o pode ser aceit\u00e1vel para um registry, em fun\u00e7\u00e3o das perspectivas comerciais de cria\u00e7\u00e3o de dom\u00ednios sob este novo gTLD, mas pode ser extremamente alto para iniciativas vindas de pequenas comunidades geogr\u00e1ficas ou culturais.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Uma d\u00favida que alguns poucos levantam: esta discuss\u00e3o toda faz sentido? Para uma organiza\u00e7\u00e3o que quer ter sua p\u00e1gina na internet, interessa o gTLD sob o qual a p\u00e1gina est\u00e1 registrada? Com as atuais m\u00e1quinas de busca, como o Google, um usu\u00e1rio final procurando informa\u00e7\u00f5es da organiza\u00e7\u00e3o precisa conhecer a URL exata da p\u00e1gina? N\u00e3o mais &#8230; Basta digitar o nome da organiza\u00e7\u00e3o no Google e esperar o resultado da consulta. No fundo, parece que a briga \u00e9 por um neg\u00f3cio que talvez n\u00e3o tenha muito futuro.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Afora as discuss\u00f5es sobre economia e interesses dos usu\u00e1rios, h\u00e1 diversas quest\u00f5es t\u00e9cnicas e pol\u00edticas suscitadas pela introdu\u00e7\u00e3o de novos gTLDs. A ICANN definiu algumas quest\u00f5es globais mais importantes e vem dedicando grande aten\u00e7\u00e3o \u00e0s mesmas: a prote\u00e7\u00e3o de marcas, a separa\u00e7\u00e3o vertical entre registries e registrars, a escalabilidade do servidor raiz e os comportamentos maliciosos.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Detentores de marcas ter\u00e3o que se preocupar com prote\u00e7\u00e3o \u00e0s mesmas n\u00e3o apenas no primeiro n\u00edvel, mas tamb\u00e9m no segundo n\u00edvel sob todos os novos gTLDs. Hoje s\u00f3 h\u00e1 21 gTLDs. Havendo centenas, o custo para os detentores de marcas pode ser muito grande. Eles podem ser obrigados a registrar dom\u00ednios no segundo n\u00edvel sob todos os gTLDs de forma defensiva. Como proteger as marcas, mas de uma maneira equilibrada em rela\u00e7\u00e3o aos interesses dos consumidores? Esta \u00e9 uma discuss\u00e3o especialmente cara \u00e0 NCUC (a Non-Commercial Users Constituency), que re\u00fane na ICANN os interesses de diversos grupos da sociedade civil e que n\u00e3o aceita os mecanismos propostos de prote\u00e7\u00e3o de marcas (IP Clearinghouse e Uniform Rapid Suspension), que seriam excessivamente voltados aos interesses dos detentores de marcas.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Pelo modelo atual de ger\u00eancia de dom\u00ednios, h\u00e1 uma separa\u00e7\u00e3o vertical clara entre registries, que s\u00e3o respons\u00e1veis pelos TLDs, e registrars, que s\u00e3o respons\u00e1veis pela venda dos dom\u00ednios de segundo n\u00edvel aos registrantes. Pelas regras atuais da ICANN, registries n\u00e3o podem deter mais de 50% do capital de um registrar. A introdu\u00e7\u00e3o de novos gTLDs, no entanto, ir\u00e1 apresentar in\u00fameras novas oportunidades de trabalho conjunto entre registries e registrars. Novos modelos de neg\u00f3cios deveriam ser previstos? Como ficar\u00e1 o mercado? Um registrar poder\u00e1 atuar como um registry? Quais ser\u00e3o as implica\u00e7\u00f5es em termos de competitividade? Que especialistas devem ser chamados para esta discuss\u00e3o? Esta discuss\u00e3o op\u00f5e registries e registrars de forma bastante clara, cada um defendendo seu quinh\u00e3o de mercado, e esta oposi\u00e7\u00e3o se manifestou de forma bastante expl\u00edcita em Seul.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Hoje existem apenas 21 TLDs, al\u00e9m de diversas dezenas de ccTLDs. O que acontecer\u00e1 ao DNS (Domain Name System) se ele precisar administrar centenas (milhares?) de novos gTLDs? O sistema de gerenciamento de dom\u00ednios \u00e9 escal\u00e1vel? Estudos neste sentido t\u00eam sido conduzidos pela ICANN, mas resultados concretos ainda n\u00e3o foram mostrados \u00e0 comunidade. Um cr\u00edtico, em Seul, afirmou que era inacredit\u00e1vel que a ICANN estivesse propondo a introdu\u00e7\u00e3o de novos gTLDs sem ter a menor ideia de quantos novos gTLDs poderiam ser propostos ou criados em um futuro pr\u00f3ximo. Foi perguntado a um dos membros do grupo de estudos sobre a escalabilidade da raiz do DNS se ele poderia dizer quantos novos gTLDs poderiam ser criados sem comprometimento do sistema. A resposta foi vaga &#8230; Afinal ele afirmou que, num primeiro momento, daria para criar at\u00e9 100 novos gTLDs por ano. Talvez este n\u00famero esteja bem abaixo das expectativas dos interessados &#8230;<\/p>\n<p class=\"TXT\">Finalmente, a \u00faltima quest\u00e3o t\u00e9cnica diz respeito ao potencial de comportamentos maliciosos advindo dos novos gTLDs. Por um lado, dom\u00ednios sob os novos gTLDs estar\u00e3o sujeitos a todos os tipos de malware atualmente existentes, tais como spam ou phishing. Mas talvez alguns novos gTLDs tornem-se intrinsecamente mais propensos a ataques, o que se pode imaginar num gTLD destinado ao setor banc\u00e1rio, por exemplo, que exigiria controles refor\u00e7ados. H\u00e1 outras quest\u00f5es que se enquadram neste contexto: Como impedir que maus atores atuem como registries? Como garantir a integridade e utilidade de informa\u00e7\u00f5es dos registries?<\/p>\n<p class=\"TXT\">Uma proposta levantada diversas vezes ao longo do encontro para que se encontre solu\u00e7\u00f5es vi\u00e1veis para os problemas econ\u00f4micos e t\u00e9cnicos vinculados \u00e0 introdu\u00e7\u00e3o de novos gTLDs poderia ser a categoriza\u00e7\u00e3o dos gTLDs. Alguns deles, especialmente aqueles ligados a comunidades culturais ou geogr\u00e1ficas, sem interesses econ\u00f4micos, poderiam trazer solu\u00e7\u00f5es mais simples para alguns dos problemas t\u00e9cnicos levantados. Pode-se imaginar um gTLD de uma certa comunidade cultural para o qual n\u00e3o faz sentido econ\u00f4mico a exist\u00eancia de diversos registrars \u2013 para ele, o pr\u00f3prio registry poderia \u201cvender\u201d (ou conceder) os nomes de dom\u00ednio diretamente aos registrantes.<\/p>\n<p class=\"TXT\">O fato \u00e9 que a press\u00e3o sobre o Board da ICANN \u00e9 muito grande. Um n\u00famero muito grande de reuni\u00f5es durante o encontro em Seul se dedicou ao tema. Durante o F\u00f3rum P\u00fablico, a grande assembleia geral da ICANN na qual todos os participantes t\u00eam direito democr\u00e1tico de expressar suas posi\u00e7\u00f5es ao microfone, este foi o tema que dominou completamente os debates, provocando uma sequ\u00eancia enorme de manifesta\u00e7\u00f5es de representantes das diversas iniciativas de novos gTLDs, todos eles pedindo pressa na decis\u00e3o e na implanta\u00e7\u00e3o do programa.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Mas o Board da ICANN j\u00e1 avisou: ao contr\u00e1rio de momentos passados, quando haviam sido prometidas datas para a introdu\u00e7\u00e3o dos novos gTLDs (e o primeiro semestre de 2010 era a data que havia sido prometida em \u00faltimo lugar), desta vez o processo ir\u00e1 levar o tempo que for necess\u00e1rio, at\u00e9 que tenham sido esclarecidas satisfatoriamente todas as quest\u00f5es econ\u00f4micas e t\u00e9cnicas. Est\u00e1 dispon\u00edvel, e em discuss\u00e3o, a vers\u00e3o 3 do Draft Applicant Guideline, o documento de mais de cem p\u00e1ginas que cont\u00e9m todos os detalhes dos mecanismos previstos para o correto gerenciamento dos novos gTLDs. \u00c9 poss\u00edvel que este documento ainda sofra muitas modifica\u00e7\u00f5es, em fun\u00e7\u00e3o do eterno jogo de press\u00f5es entre os m\u00faltiplos grupos de interesse envolvidos com a ICANN.<\/p>\n<p class=\"TXT\">Vamos esperar pelos pr\u00f3ximos meses. Certamente muita movimenta\u00e7\u00e3o ir\u00e1 ocorrer nos bastidores, e no pr\u00f3ximo encontro da ICANN em Nairobi, em mar\u00e7o, veremos mais uma rodada de discuss\u00f5es, sem nenhuma certeza de que at\u00e9 l\u00e1 uma solu\u00e7\u00e3o final ter\u00e1 sido poss\u00edvel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fl\u00e1vio R. 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