{"id":307,"date":"2013-03-05T18:38:24","date_gmt":"2013-03-05T21:38:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nivaldocleto.cnt.br\/news\/?p=307"},"modified":"2013-03-05T18:38:24","modified_gmt":"2013-03-05T21:38:24","slug":"computador-agora-e-peca-do-guarda-roupa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nivaldocleto.cnt.br\/blog\/computador-agora-e-peca-do-guarda-roupa\/","title":{"rendered":"Computador, agora, \u00e9 pe\u00e7a do guarda-roupa"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p>Por Gustavo Brigatto e Jo\u00e3o Luiz Rosa | De S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos \u00faltimos tempos, muita gente no setor de tecnologia tem &#8220;profetizado&#8221; o fim do computador. As vendas de PCs, da maneira como os conhecemos, de fato t\u00eam diminu\u00eddo. O consumidor j\u00e1 n\u00e3o tem tanto interesse em ter uma m\u00e1quina pesada ocupando espa\u00e7o em cima da mesa, com fios espalhados por todos os lados. Em contrapartida, o PC passou a ser parte indispens\u00e1vel de v\u00e1rios outros produtos. Mesmo que poucos percebam, ele est\u00e1 no carro, no telefone celular, no caixa banc\u00e1rio&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mais recente fronteira come\u00e7a a ser vencida agora &#8211; \u00e9 a transforma\u00e7\u00e3o do computador em pe\u00e7a de roupa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A express\u00e3o que define esse fen\u00f4meno, como a maioria das palavras no dicion\u00e1rio tecnol\u00f3gico, vem do ingl\u00eas: \u00e9 o &#8220;wearable computer&#8221;, ou seja, um computador que pode ser vestido. Parte das aplica\u00e7\u00f5es que come\u00e7am a chegar ao mercado \u00e9, no m\u00ednimo, extravagante. A Cute Circuit, dos Estados Unidos, criou roupas com l\u00e2mpadas de LED que podem ser programadas para acender e apagar em uma sequ\u00eancia determinada. A banda irlandesa U2 j\u00e1 usou a roupa nos palcos, assim como a cantora americana Katy Perry, mas \u00e9 dif\u00edcil imaginar uma dona de casa indo \u00e0 feira com o vestido literalmente aceso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos itens em desenvolvimento ou rec\u00e9m-lan\u00e7ados, no entanto, est\u00e3o encontrando seu lugar no mercado. Isso \u00e9 verdade especialmente no caso de produtos voltados ao bem-estar e \u00e0 sa\u00fade, uma preocupa\u00e7\u00e3o crescente entre jovens profissionais urbanos &#8211; um tipo de consumidor ligado em tecnologia e com dinheiro para gastar em novidades eletr\u00f4nicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A americana Oakley criou \u00f3culos de esqui cujos sensores coletam dados como velocidade e localiza\u00e7\u00e3o, enquanto as roupas da Numetrex, tamb\u00e9m dos Estados Unidos, trazem sensores que marcam os batimentos card\u00edacos durante sess\u00f5es de exerc\u00edcios na academia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nem sempre um computador de vestir se parece com uma pe\u00e7a do guarda-roupa. Uma pequena esfera de metal, do tamanho de uma moeda, \u00e9 a aposta da novata Misfit Wearables, apoiada por John Sculley, o homem que expulsou Steve Jobs da Apple nos anos 80. Batizado de Shine, o dispositivo ganha ares de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica quando pequenas luzes se acendem em sua superf\u00edcie. \u00c9 o sinal de que o aparelho est\u00e1 trabalhando, medindo as rea\u00e7\u00f5es do corpo humano ao se andar, correr, jogar, nadar etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 agora, o computador de vestir recebeu uma m\u00e3ozinha importante de seus, digamos, primos distantes &#8211; os smartphones. O crescimento explosivo desses telefones sofisticados, com acesso \u00e0 internet e recursos que v\u00e3o muito al\u00e9m de falar, contribuiu para reduzir os pre\u00e7os das c\u00e2meras e de diversos tipos de sensores. S\u00e3o componentes b\u00e1sicos das &#8220;roupas computadorizadas&#8221;, como as pulseiras que acompanham o n\u00edvel de atividade f\u00edsica das americanas Jawbone e Nike, ou os rel\u00f3gios inteligentes da japonesa Sony.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ritmo r\u00e1pido das inova\u00e7\u00f5es no mercado de smartphones tamb\u00e9m ajudou no desenvolvimento de componentes mais finos e leves, que consomem menos bateria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa combina\u00e7\u00e3o entre o ganho de escala obtido na produ\u00e7\u00e3o dos componentes e a disponibilidade de mat\u00e9ria-prima mais moderna deu ao computador de vestir um impulso que, dizem especialistas, s\u00f3 tende a crescer nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A estimativa da empresa inglesa de pesquisa ABI Research \u00e9 que, em cinco anos, a quantidade de aparelhos desse tipo vai crescer mais de seis vezes. A proje\u00e7\u00e3o \u00e9 que o n\u00famero fique em 53 milh\u00f5es de dispositivos no fim do ano, podendo chegar a 340 milh\u00f5es em 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O interesse de algumas gigantes de tecnologia, que at\u00e9 agora demonstraram uma sensibilidade incomum em rela\u00e7\u00e3o aos gostos do consumidor, \u00e9 um indicador de que as proje\u00e7\u00f5es t\u00eam grande chance de virar realidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas \u00faltimas semanas, os sites especializados ati\u00e7aram a curiosidade dos leitores com a not\u00edcia de que a Apple estaria planejando lan\u00e7ar um rel\u00f3gio inteligente, chamado iWatch. Cem profissionais estariam dedicados ao projeto na companhia da ma\u00e7\u00e3. Como tudo na Apple, ningu\u00e9m confirmou nada, mas o que se sabe \u00e9 que a empresa registrou a patente de um aparelho semelhante em 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 o fim do ano, a expectativa \u00e9 que o Google comece a vender \u00f3culos que respondem a comandos de voz. O usu\u00e1rio manda e o dispositivo exibe, na lente, mensagens de e-mail, mapas etc. A proje\u00e7\u00e3o inicial \u00e9 que o Google Glass s\u00f3 estivesse dispon\u00edvel em 2014, mas a empresa j\u00e1 anunciou que pretende antecipar o lan\u00e7amento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O computador de vestir abre caminho para a \u00faltima fronteira no campo da tecnologia pessoal. E n\u00e3o \u00e9 o espa\u00e7o sideral, como poderiam pensar os f\u00e3s de &#8220;Star Trek&#8221;. S\u00e3o os implantes no pr\u00f3prio corpo humano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso j\u00e1 ocorre com os chips de localiza\u00e7\u00e3o para animais. Mas vantagem mesmo ser\u00e1 quando for poss\u00edvel agir como os personagens de &#8220;Matrix&#8221;. Para aprender a pilotar helic\u00f3ptero ou lutar kung-fu na s\u00e9rie de cinema, bastava fazer um download diretamente para o c\u00e9rebro. Imagine como seria simples aprender mandarim para encontrar um potencial s\u00f3cio chin\u00eas no dia seguinte ou fazer pratos elaborados para impressionar a namorada sem nunca ter ido para a cozinha.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.valor.com.br\/sites\/default\/files\/gn\/13\/03\/arte05est-101-veste-d6.jpg\" alt=\"\" width=\"604\" height=\"944\" \/><\/p>\n<p><strong style=\"font-size: 1.5em;\">Novas tecnologias esquentam debate sobre privacidade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ideia de atar artefatos tecnol\u00f3gicos ao corpo, mesmo que rudimentares, n\u00e3o \u00e9 nova. O primeiro rel\u00f3gio de bolso, chamado de o &#8220;ovo de Nuremberg&#8221;, data de 1504. Os registros mostram que no s\u00e9culo seguinte, os chineses j\u00e1 usavam um \u00e1baco &#8211; uma calculadora primitiva &#8211; pendurado no pesco\u00e7o, como se fosse um colar, ou no dedo, sob o formato de um anel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas nem os alem\u00e3es de Nuremberg, nem os matem\u00e1ticos chineses da Cidade Proibida tinham de lidar com quest\u00f5es complicadas como as que envolvem o mundo on-line do computador de vestir. A mais sens\u00edvel delas \u00e9 a privacidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando estabelecimentos comerciais come\u00e7aram a exibir o aviso &#8220;Sorria, voc\u00ea est\u00e1 sendo filmado&#8221;, muita gente n\u00e3o achou gra\u00e7a. Uma parte dos consumidores passou a se sentir vigiada, como se o comerciante suspeitasse de seu comportamento antes mesmo de qualquer delito. Havia tamb\u00e9m o receio de que as imagens pudessem ser usadas de forma indevida na internet, transformando em piada atitudes embara\u00e7osas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse tipo de invas\u00e3o de privacidade passou a ser tolerada, no entanto, porque se percebeu que os registros podiam ser \u00fateis para intimidar comportamentos indesejados e at\u00e9 elucidar crimes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Em 2010, um pr\u00edncipe saudita foi condenado pela Justi\u00e7a brit\u00e2nica por ter matado seu secret\u00e1rio pessoal, encontrado morto em um quarto de hotel, em Londres. Uma das provas foi um v\u00eddeo do elevador, em que era poss\u00edvel ver o pr\u00edncipe agredindo o funcion\u00e1rio, que apenas se defendia dos golpes. Mais recentemente, uma filmagem semelhante mostrou Elize Matsunaga deixando o pr\u00e9dio onde morava, em S\u00e3o Paulo, com v\u00e1rias malas. Nelas, segundo as investiga\u00e7\u00f5es, estava o corpo de seu marido, o empres\u00e1rio Marcos Matsunaga. O caso ainda n\u00e3o foi julgado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse mundo vigiado, o acordo t\u00e1cito \u00e9 que vale a pena abrir m\u00e3o de parte da privacidade em troca de um certo grau de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O advento do computador de vestir traz a discuss\u00e3o de volta \u00e0 tona ao aprofundar o n\u00edvel de exposi\u00e7\u00e3o a que as pessoas est\u00e3o submetidas. Os \u00f3culos Google Glass, que a companhia de internet est\u00e1 desenvolvendo, ter\u00e3o c\u00e2meras capazes de filmar o que est\u00e1 \u00e0 frente do usu\u00e1rio. Em tese, uma pessoa poder\u00e1 capturar e usar imagens de qualquer pessoa que ele encontrar &#8211; de amigos e parentes ao estranho que est\u00e1 tomando caf\u00e9 na mesa ao lado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem tem imagens divulgadas na web sem autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via pode entrar com um processo para que elas sejam retiradas, mesmo que n\u00e3o haja nenhuma situa\u00e7\u00e3o constrangedora envolvida. Se o v\u00eddeo tiver conte\u00fado embara\u00e7oso, ou se quem publicou as imagens ganhou algum dinheiro com o material, \u00e9 poss\u00edvel pedir indeniza\u00e7\u00e3o, explica Leandro Bissoli, s\u00f3cio do escrit\u00f3rio Patr\u00edcia Peck Pinheiro, especializado em direito digital. &#8220;N\u00e3o interessa se \u00e9 um local p\u00fablico. Trata-se de um direito constitucional&#8221;, diz o advogado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nem sempre captar imagens sem licen\u00e7a \u00e9 uma amea\u00e7a ao indiv\u00edduo. Em Salt Lake City, no Estado americano de Utah, os policiais usam c\u00e2meras acopladas em roupas ou bon\u00e9s para registrar a abordagem aos cidad\u00e3os. Imagine o efeito de uma medida semelhante no Brasil, onde frequentemente ocorrem relatos de abusos praticados por maus policiais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com c\u00e2meras espalhadas por todo lado, no entanto, fica mais f\u00e1cil cometer delitos contra a privacidade, o que leva a outra quest\u00e3o: \u00e9 necess\u00e1rio ou n\u00e3o criar leis espec\u00edficas para julgar esse tipo de conduta? Parte dos especialistas diz acreditar que basta enquadrar os crimes via internet na legisla\u00e7\u00e3o existente. O delito, para esses especialistas, \u00e9 o mesmo, independentemente de ter sido cometido na web ou fora dela. Outros, por\u00e9m, afirmam que a internet traz desafios espec\u00edficos e, por isso, \u00e9 necess\u00e1rio criar novas leis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, foi sancionada, em dezembro, a Lei 12.737, que ficou conhecida com o nome da atriz Carolina Dieckmann. A atriz teve fotos \u00edntimas roubadas de seu computador e divulgadas na web. Pela nova lei, invadir um dispositivo eletr\u00f4nico para roubar ou adulterar dados e obter vantagens il\u00edcitas pode acarretar uma pena de tr\u00eas meses a tr\u00eas anos de deten\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de multa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que mais preocupa \u00e9 o vulto que os crimes contra a privacidade podem tomar em uma sociedade cada vez mais conectada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2010, nos Estados Unidos, Tyler Clementi, um estudante universit\u00e1rio de 18 anos, cometeu suic\u00eddio depois que teve imagens \u00edntimas com outro homem gravadas e reveladas na web pelo indiano Dharun Ravi, seu colega de quarto. Primeiro, Ravi colocou uma c\u00e2mera escondida no dormit\u00f3rio da universidade para filmar Clementi. Depois de conseguir as cenas, convidou outros universit\u00e1rios, pelo Twitter, a ver o material em um site.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Detido, Ravi foi processado e julgado por espionagem. Ao fim, foi condenado a 30 dias de pris\u00e3o &#8211; saiu depois de 20 dias &#8211; e a tr\u00eas anos de liberdade condicional. N\u00e3o houve acusa\u00e7\u00f5es formais que o ligassem ao suic\u00eddio, mas a morte de Clementi permeou todo o epis\u00f3dio nos tribunais e na opini\u00e3o p\u00fablica americana. A pergunta \u00e9 se a trag\u00e9dia teria ocorrido se n\u00e3o fosse t\u00e3o f\u00e1cil disseminar, sem permiss\u00e3o, aspectos da vida particular de outra pessoa. (GB e JLR)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Do Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Gustavo Brigatto e Jo\u00e3o Luiz Rosa | De S\u00e3o Paulo Nos \u00faltimos tempos, muita gente no setor de tecnologia tem &#8220;profetizado&#8221; o fim do computador. As vendas de PCs, da maneira como os conhecemos, de fato t\u00eam diminu\u00eddo. O consumidor j\u00e1 n\u00e3o tem tanto interesse em ter uma m\u00e1quina pesada ocupando espa\u00e7o em cima da mesa, com fios espalhados por todos os lados. Em contrapartida, o PC passou a ser parte indispens\u00e1vel de v\u00e1rios outros produtos. Mesmo que poucos percebam, ele est\u00e1 no carro, no telefone celular, no caixa banc\u00e1rio&#8230; A mais recente fronteira come\u00e7a a ser vencida agora &#8211; \u00e9 a transforma\u00e7\u00e3o do computador em pe\u00e7a de roupa. A express\u00e3o que define esse fen\u00f4meno, como a maioria das palavras no dicion\u00e1rio tecnol\u00f3gico, vem do ingl\u00eas: \u00e9 o &#8220;wearable computer&#8221;, ou seja, um computador que pode ser vestido. Parte das aplica\u00e7\u00f5es que come\u00e7am a chegar ao mercado \u00e9, no m\u00ednimo, extravagante. A Cute Circuit, dos Estados Unidos, criou roupas com l\u00e2mpadas de LED que podem ser programadas para acender e apagar em uma sequ\u00eancia determinada. 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