{"id":299,"date":"2013-02-25T15:57:51","date_gmt":"2013-02-25T18:57:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nivaldocleto.cnt.br\/news\/?p=299"},"modified":"2013-02-25T15:57:51","modified_gmt":"2013-02-25T18:57:51","slug":"aplicativos-e-cameras-da-moda-incentivam-hiperdocumentacao-do-cotidiano-na-web","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nivaldocleto.cnt.br\/blog\/aplicativos-e-cameras-da-moda-incentivam-hiperdocumentacao-do-cotidiano-na-web\/","title":{"rendered":"Aplicativos e c\u00e2meras da moda incentivam &#8216;hiperdocumenta\u00e7\u00e3o&#8217; do cotidiano na web"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">GIULIANA DE TOLEDO<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">COLABORA\u00c7\u00c3O PARA A FOLHA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Voc\u00ea sabe o que seus amigos fizeram no ver\u00e3o passado &#8211;e neste tamb\u00e9m. \u00c9 s\u00f3 entrar em qualquer rede social para ser bombardeado por dias ensolarados, asas de avi\u00e3o e drinques na praia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O h\u00e1bito de registrar tudo &#8211;das f\u00e9rias \u00e0 ida ao restaurante&#8211; ganhou for\u00e7a com a populariza\u00e7\u00e3o dos smartphones e de aplicativos que &#8220;filtram&#8221; e d\u00e3o mais cores \u00e0 realidade. \u00c9 a &#8220;hiperdocumenta\u00e7\u00e3o&#8221; do cotidiano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que motiva os &#8220;instagramers&#8221; (usu\u00e1rios da rede social de compartilhamento de imagens) \u00e9 o desejo de ser valorizado socialmente, segundo o psic\u00f3logo Cristiano Nabuco, do Hospital das Cl\u00ednicas de S\u00e3o Paulo. &#8220;As pessoas abrem m\u00e3o da sua privacidade em troca de um afago na cabe\u00e7a, que \u00e9 representado pelo curtir&#8221;, diz ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por dia, em todo o mundo, s\u00e3o publicadas 40 milh\u00f5es de fotos no Instagram, que possui 90 milh\u00f5es de usu\u00e1rios ativos por m\u00eas, segundo dados recentes da empresa (que n\u00e3o revela n\u00fameros do Brasil).<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/f.i.uol.com.br\/folha\/equilibrio\/images\/13042308.jpeg\" alt=\"Montagem com fotos retiradas do Instagram de Rafael Noris, Beatriz Machado, Helo\u00edsa Rocha e Amanda In\u00e1cio\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Montagem com fotos retiradas do Instagram de Rafael Noris, Beatriz Machado, Helo\u00edsa Rocha e Amanda In\u00e1cio<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0No pr\u00f3ximo m\u00eas, chega ao mercado a c\u00e2mera sueca Memoto, que tira uma foto a cada 30 segundos. A novidade tem quase 3 cm, GPS embutido, pode ser presa \u00e0 roupa e dispara sozinha, sem necessidade de comando. A bateria dura at\u00e9 48 horas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Hoje, fotografamos mais do que nunca, mas temos dificuldade em organizar as imagens. Com a Memoto d\u00e1 para saber quando e onde foram feitas todas as fotos&#8221;, disse \u00e0 Folha o sueco Oskar Kalmaru, um dos criadores do produto. A c\u00e2mera custa U$ 279 (R$ 554) e j\u00e1 foi encomendada por 2.800 pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o fot\u00f3grafo Carlos Recuero, professor da UCPel (Universidade Cat\u00f3lica de Pelotas) e pesquisador do tema, os \u00e1lbuns virtuais t\u00eam a mesma fun\u00e7\u00e3o dos antigos \u00e1lbuns de papel. A diferen\u00e7a (e o que motiva mais a mania) \u00e9 a repercuss\u00e3o. &#8220;N\u00e3o \u00e9 mais preciso esperar as visitas em casa para mostrar as fotos&#8221;, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa banaliza\u00e7\u00e3o de cliques \u00e9 positiva, na vis\u00e3o de Wagner Souza e Silva, fot\u00f3grafo e professor da USP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A fotografia data de 1839, mas acho que est\u00e1 sendo descoberta agora. Fotografar est\u00e1 deixando de ser documentar grandes fatos. Pequenas hist\u00f3rias do dia a dia passam a ter valor informativo. Isso n\u00e3o pode ser desprezado.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Andr\u00e9a Jotta, psic\u00f3loga do N\u00facleo de Pesquisa de Psicologia em Inform\u00e1tica da PUC-SP, o h\u00e1bito pode ser prejudicial quando registrar fica mais importante do que aproveitar a experi\u00eancia. &#8220;O est\u00edmulo para fotografar n\u00e3o deve ser s\u00f3 exibir a imagem. Ningu\u00e9m precisa acompanhar sua vida ami\u00fade. Nesse caso, nem voc\u00ea est\u00e1 acompanhando-a de verdade.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">RETRATO DE FAM\u00cdLIA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Das \u00faltimas cem fotos publicadas pelo analista de redes sociais Rafael Noris, 43 s\u00e3o do filho Miguel, 2, retratado em um blog desde seu nascimento. &#8220;Tento n\u00e3o ser monotem\u00e1tico&#8221;, afirma Rafael, 23, fundador do grupo Instagramers Campinas, que re\u00fane usu\u00e1rios do aplicativo para encontros de fotografia na cidade. H\u00e1 300 grupos desses ao redor do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O que gosto no Instagram \u00e9 a possibilidade de ver as coisas com os olhos de outra pessoa&#8221;, diz ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, \u00e0s vezes, ver as aventuras alheias pode n\u00e3o ser bom. Estudo recente da Universidade Humboldt e da Universidade T\u00e9cnica de Darmastadt, na Alemanha, feito com 600 pessoas, apontou que um em cada tr\u00eas entrevistados se sentia insatisfeito com a pr\u00f3pria vida depois de acessar o Facebook.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;Sem a c\u00e2mera, sinto que perco algo importante&#8221;, diz blogueira<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">GIULIANA DE TOLEDO<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">COLABORA\u00c7\u00c3O PARA A FOLHA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A estudante de letras e blogueira Amanda In\u00e1cio, 22, publica na internet em m\u00e9dia tr\u00eas fotos por dia desde que comprou um smartphone e criou uma conta no Instagram, em setembro passado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m de poses do seu cachorro yorkshire Teodorico, as imagens publicadas contam o que Amanda veste, por onde anda e at\u00e9 o que come em cada refei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Quando estou com meus amigos, escuto o tempo inteiro algu\u00e9m dizer &#8216;chega&#8217;, mas n\u00e3o consigo evitar. Se eu largo a c\u00e2mera, tenho a impress\u00e3o de que bem naquela hora aconteceu alguma coisa que eu deveria ter conseguido fotografar&#8221;, conta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mania tamb\u00e9m faz parte da rotina da estudante de moda Beatriz Machado, 24, que, desde que ganhou um iPhone no \u00faltimo Natal, atualiza o Instagram em m\u00e9dia duas vezes por dia. As fotos somam-se \u00e0s mais de 1.700 que j\u00e1 est\u00e3o no seu Facebook.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Com o Instagram, estou voltando a ser mais viciada em foto, mas sempre gostei muito. Uma vez, fui a um show dos Backstreet Boys e tirei mais de 300. Depois, percebi que tinha deixado de prestar aten\u00e7\u00e3o em v\u00e1rios momentos. Me arrependi.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de ser dona de mais de 2.100 fotos, ter quase 1.500 seguidores e ser criadora do grupo Instagramers Bras\u00edlia, a publicit\u00e1ria Helo\u00edsa Rocha, 47, diz que sabe controlar seus impulsos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;No come\u00e7o, \u00e9 mais complicado porque voc\u00ea quer testar tudo, mas sei que n\u00e3o posso colocar muitas fotos por dia se n\u00e3o as pessoas reclamam&#8221;, diz ela, que \u00e9 usu\u00e1ria do Instagram desde novembro de 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">DEPEND\u00caNCIA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A necessidade de tirar fotos pode virar depend\u00eancia, segundo Cristiano Nabuco, psic\u00f3logo e coordenador do Grupo de Depend\u00eancia Tecnol\u00f3gica do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Cl\u00ednicas de S\u00e3o Paulo. O v\u00edcio exige aten\u00e7\u00e3o quando atrapalha obriga\u00e7\u00f5es cotidianas no trabalho e na fam\u00edlia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A exposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m tem de ser feita com consci\u00eancia sobre as poss\u00edveis repercuss\u00f5es negativas que o conte\u00fado possa causar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Pode acontecer de algu\u00e9m comentar que a sua foto \u00e9 &#8216;nada a ver&#8217; e voc\u00ea precisar\u00e1 saber como lidar com isso. Se isso pode abalar muito sua autoconfian\u00e7a, \u00e9 melhor nem se expor&#8221;, diz a psic\u00f3loga Andr\u00e9a Jotta, da PUC-SP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra mania que pode ser prejudicial \u00e9 a de acompanhar todos os movimentos de quem voc\u00ea est\u00e1 seguindo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Quando voc\u00ea observa as atualiza\u00e7\u00f5es como uma esp\u00e9cie de trabalho e fica apreensivo por n\u00e3o conseguir ver tudo que est\u00e1 acontecendo, \u00e9 preciso ficar alerta&#8221;, afirma a psic\u00f3loga.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MAIS CUIDADOSOS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de continuarem exibindo a vida em redes sociais, usu\u00e1rios brasileiros est\u00e3o ficando mais cuidadosos quanto \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o, segundo pesquisa da UCPel feita em janeiro com 395 volunt\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No estudo, 39% dos participantes disseram ter alterado suas configura\u00e7\u00f5es de privacidade no Facebook para tornar o perfil totalmente privado a amigos, enquanto em julho de 2012 esse grupo correspondia a 20%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;As pessoas ainda se arriscam, mas come\u00e7aram a perceber que um desconhecido pode falar por a\u00ed sobre suas f\u00e9rias, o que n\u00e3o \u00e9 muito bom&#8221;, diz Raquel Recuero, coordenadora da pesquisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Opini\u00e3o: &#8220;Somos todos celebridades&#8221;<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">LULI RADFAHRER<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">COLUNISTA DA FOLHA<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um estudo feito pelo Laborat\u00f3rio de Neuroci\u00eancia Social da Universidade Harvard revela o que usu\u00e1rios de redes sociais j\u00e1 desconfiavam: que o c\u00e9rebro humano responde a revela\u00e7\u00f5es pessoais utilizando os mesmos circuitos de prazer associados a comida, dinheiro e sexo. Compartilhar e bisbilhotar se transformou em uma esp\u00e9cie de compuls\u00e3o di\u00e1ria, presente nos lugares mais inadequados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Envolvidos pelo momento, muitos n\u00e3o se d\u00e3o conta de que revelam mais do que seria recomend\u00e1vel. Com a mesma ingenuidade que um habitante de cidade pequena deixa portas e janelas abertas \u00e0 noite por n\u00e3o temer que algo de mal aconte\u00e7a, \u00e9 comum ver perfis que divulgam todo tipo de informa\u00e7\u00e3o, como se estivessem imunes a varia\u00e7\u00f5es de contexto ou a erros de interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem j\u00e1 tem alguma experi\u00eancia sabe que n\u00e3o deve falar do chefe ou do ambiente de trabalho nas redes, nem compartilhar conte\u00fado de gosto duvidoso, fazer provoca\u00e7\u00f5es ou dizer ironias, sob pena de ter de se desculpar posteriormente a centenas de outros que n\u00e3o fazem ideia do que ocorreu. Tamb\u00e9m \u00e9 senso comum n\u00e3o compartilhar, por raz\u00f5es de seguran\u00e7a, informa\u00e7\u00f5es pessoais como anivers\u00e1rios, relacionamentos, localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, endere\u00e7o ou telefone de casa, local e data de nascimento, nome dos filhos ou da m\u00e3e.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada disso \u00e9 novidade. Poucos tem consci\u00eancia, no entanto, do volume de informa\u00e7\u00e3o compartilhada involuntariamente. Fotos e atualiza\u00e7\u00f5es costumam registrar automaticamente o local e hora em que foram feitos, informa\u00e7\u00f5es que, fora de seu contexto original, podem custar empregos, relacionamentos ou at\u00e9 mover a\u00e7\u00f5es judiciais. Mesmo apagadas, c\u00f3pias de fotos podem estar armazenadas nas mem\u00f3rias de celulares, servidores ou discos r\u00edgidos, \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para serem descobertas nos momentos mais impr\u00f3prios. At\u00e9 imagens inocentes tendem a revelar, no conjunto, muito sobre os h\u00e1bitos e prefer\u00eancias de seus autores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">M\u00eddias sociais s\u00e3o meios de comunica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o assentos de t\u00e1xi. N\u00e3o se deve falar nelas como se ningu\u00e9m estivesse ouvindo ou dar opini\u00f5es quando estas n\u00e3o forem requisitadas. No &#8220;Show de Truman&#8221; digital, somos o produto e publicamos para uma audi\u00eancia, mesmo sem nos dar conta disso. Mais do que transmitir informa\u00e7\u00e3o, cada nova atualiza\u00e7\u00e3o ajuda a projetar uma identidade atrav\u00e9s de suas opini\u00f5es e escolhas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Expor-se em p\u00fablico \u00e9 dif\u00edcil e estressante, \u00e9 dif\u00edcil manter-se o tempo todo sob controle. Nesses momentos, o ideal \u00e9 tirar fotos para si mesmo ou conversar com amigos ao vivo, torcendo para que ningu\u00e9m registre a conversa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>GIULIANA DE TOLEDO COLABORA\u00c7\u00c3O PARA A FOLHA \u00a0Voc\u00ea sabe o que seus amigos fizeram no ver\u00e3o passado &#8211;e neste tamb\u00e9m. \u00c9 s\u00f3 entrar em qualquer rede social para ser bombardeado por dias ensolarados, asas de avi\u00e3o e drinques na praia. O h\u00e1bito de registrar tudo &#8211;das f\u00e9rias \u00e0 ida ao restaurante&#8211; ganhou for\u00e7a com a populariza\u00e7\u00e3o dos smartphones e de aplicativos que &#8220;filtram&#8221; e d\u00e3o mais cores \u00e0 realidade. \u00c9 a &#8220;hiperdocumenta\u00e7\u00e3o&#8221; do cotidiano. O que motiva os &#8220;instagramers&#8221; (usu\u00e1rios da rede social de compartilhamento de imagens) \u00e9 o desejo de ser valorizado socialmente, segundo o psic\u00f3logo Cristiano Nabuco, do Hospital das Cl\u00ednicas de S\u00e3o Paulo. &#8220;As pessoas abrem m\u00e3o da sua privacidade em troca de um afago na cabe\u00e7a, que \u00e9 representado pelo curtir&#8221;, diz ele. Por dia, em todo o mundo, s\u00e3o publicadas 40 milh\u00f5es de fotos no Instagram, que possui 90 milh\u00f5es de usu\u00e1rios ativos por m\u00eas, segundo dados recentes da empresa (que n\u00e3o revela n\u00fameros do Brasil). Montagem com fotos retiradas do Instagram de Rafael Noris, Beatriz Machado, Helo\u00edsa Rocha e Amanda In\u00e1cio \u00a0No pr\u00f3ximo m\u00eas, chega ao mercado a c\u00e2mera sueca Memoto, que tira uma foto a cada 30 segundos. 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